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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Alma Despida





Tatanka-De Alma Despida

Quando te conheci
Eu pensei cá para mim,
Que eras o meu grande amor
Ficava perfeito em mim,
o tanto que há de ti,
Esqueci-me até de quem sou

Eu sei que valeu a pena,
Mas sei que não quero mais.
Eu confesso:

Ai, de alma despida amor
Ai, de alma despida
Ai, se duro uma vida
Essa dor que afogo no rio
Onde tu te lavas

Eu tatuei-me em ti, vivi fora de mim
Senti finalmente o esplendor
Sabia de cor os ais, as penas capitais
A noite, a malícia, o fervor

Eu sei, que às vezes não presto,
Mas sei, menos com menos é mais,
Eu confesso

Ai, de alma despida amor
Ai, de alma despida
Ai, quem cura a ferida
Deste fim de vida vivida,
Que ainda mal começou

Oh, eu sei que às vezes não presto,
Mas sei, menos com menos é mais.
Eu confesso:

Ai, de alma despida amor
Ai, de alma despida
Ai, de alma despida amor
Ai, de alma despida
Ai, quem cura a ferida
Neste fim de vida vivida... hmm
Que ainda mal (mal)

Mal... Começou!